domingo, 3 de maio de 2020

Canal no Youtube

Estou com um canal no Youtube, onde eu falo sobre diversos Exercícios Funcionais e Hipnóticos

Um grande diferencial é justamente por mostrar o lado neurofisiológico de cada técnica, desmistificando a hipnose e agregando suas técnicas à Fisioterapia Neurofuncional


Segue o link

https://youtu.be/pv5gKcMffIc

Confiram!

quinta-feira, 5 de maio de 2016

LANÇAMENTO DO LIVRO: CINESIOTERAPIA NEUROLÓGICA MODERNA ESQUEMATIZADA

Todos estão convidados.
O evento acontecerá dia 17/06, às 19:00 no auditório da Biblioteca Central Zila Mamede.

Segue o cartaz com maiores informações:


sábado, 19 de março de 2016

CURSO DE CINESIOTERAPIA NEUROLÓGICA CLÁSSICA



CONTEÚDO DO CURSO:
Considerações gerais em cinesioterapia neurológica;
Técnicas de cinesioterapia neurológica (Facilitação, inibição, estimulação e reeducação);
Exercícios de Frenkel;
Método Kabat (FNP);
Método de Rood;
Método Bobath.

VOCÊ NÃO PODE FICAR DE FORA!!!
IMPERDÍVEL!!!

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

NOVO LIVRO DE CINESIOTERAPIA NEUROLÓGICA

IMPERDÍVEL!!!



O LANÇAMENTO SERÁ EM MARÇO DE 2016.


O novo livro de Cinesioterapia Neurológica do Dr. Gleidson Medeiros virá no mesmo formato do anterior, com desenhos esquemáticos, textos rápidos, didáticos, linguagem simples e agradável. Todas as ferramentas necessárias para tornar o estudo da cinesioterapia neurológica um verdadeiro prazer.

Esta nova obra, fará a continuação do estudo dos métodos de cinesioterapia neurológica, inseridos num contexto cronológico, histórico e científico, de forma que não se encontra em nenhuma outra referência nacional.
Serão seis capítulos, distribuindo os seguintes temas:
1 - Programas de Reaprendizagem Motora;

2 - Reabilitação Cognitiva;
3- Imagética Motora;
4- Terapia por Neurônio Espelho;
5- Terapia por Contensão Induzida;
6- Gameterapia.



E MAIS...


O livro virá com um exclusivo código QR para que você possa baixar um aplicativo de celular e fazer suas consultas rápidas sobre cinesioterapia neurológica a qualquer momento.





AGUARDE!!!


EM BREVE TEREMOS MAIS NOTÍCIAS SOBRE O LANÇAMENTO.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

NOVO BLOG

Caros leitores.
Estou redirecionando meus textos para um novo endereço:
http://cinesioterapianeurologica.blogspot.com.br/

Este será meu novo blog, vinculado à minha nova conta. Nele falarei dos assuntos relacionados à fisioterapia neurofuncional, dando uma prioridade à cinesioterapia neurológica.
Também postarei as novidades sobre meus livros, cursos, projetos de extensão, participações em eventos científicos, etc.

No momento estou somente transferindo as principais postagens deste blog para lá. Mas, muito em breve, teremos novidades.

Aguardo vocês por lá.


Cordialmente.

Dr. Gleidson Medeiros.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

LIVRO DE CINESIOTERAPIA POR PREÇO DE CAPA

ATENÇÃO!!!


Facilite seus estudos em Cinesioterapia Neurológica com o livro:



CINESIOTERAPIA NEUROLÓGICA CLÁSSICA ESQUEMATIZADA


AGORA COM PREÇO DE CAPA: 
Livro: R$ 22,00 + R$ 6,00 (valor do frete para todo o Brasil)

IMPERDÍVEL!!!
Últimos Exemplares

ADQUIRA AGORA MESMO SEU EXEMPLAR ACESSANDO:
http://gmedictor.loja2.com.br/

TODOS OS CARTÕES PELO PAGSEGURO

segunda-feira, 23 de março de 2015

TESTE DAS ONDAS ALPHA CEREBRAIS

Esta ilusão de óptica permite que você veja suas ondas cerebrais



O desenho acima, semelhante a um cata-vento, consiste apenas de linhas pretas e brancas. Mas quando você olha para ele do jeito certo, acontece algo estranho e belo: ele começa a piscar. Talvez você ache que isso é apenas uma velha ilusão de óptica mas, na verdade, ela permite ver suas próprias ondas cerebrais.
Não adianta só olhar a imagem: para ver a ilusão óptica, é preciso um pouco de trabalho. Funciona assim:
  • olhe para a forma de cata-vento;
  • em seguida, olhe para um ponto a poucos centímetros dele;
  • quando o cata-vento estiver na sua visão periférica, o centro dele começará a oscilar;
  • continue olhando para aquele ponto por cerca de um minuto;
  • por fim, olhe para uma parede branca: você verá a imagem inversa do cata-vento, com a oscilação e tudo.
Em um novo estudo, os neurocientistas Rodika Sokoliuk e Rufin VanRullen argumentam que a oscilação que você vê é, na verdade, uma manifestação física das ondas alfa do seu cérebro. Elas foram as primeiras oscilações neurais detectadas por Hans Berger, o inventor da eletroencefalografia (EEG), e representam mudanças rítmicas na atividade cerebral.
Em geral, as ondas alfa vibram a uma frequência de 8 A 12 Hz, ou seja, de oito a doze vezes por segundo. Essa frequência, em parte, ajudou Sokoliuk e VanRullen a conectar a oscilação da imagem e as ondas alfa. No estudo, os participantes tiveram que comparar uma oscilação artificial com a do cata-vento acima, e a maioria deles selecionou a opção com frequência de 9,1 Hz.
Isso poderia ser uma coincidência, mas Sokoliuk e VanRullen também encontraram uma correlação direta entre a atividade de ondas alfa dos participantes e a presença da oscilação. Eles explicam isto no resumo do estudo:
O ritmo alfa occipital do EEG foi a única oscilação que apresentou uma evolução temporal compatível com a ilusão registrada: quando a amplitude alfa era forte, aumentava a probabilidade de relatar a oscilação ilusória. A frequência oscilatória de pico para estas modulações está correlacionada de forma significativa, de indivíduo a indivíduo, com a frequência α medida durante o repouso, na ausência de estímulo visual.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

DE VOLTA EM 2015:

CURSO DE CINESIOTERAPIA NEUROLÓGICA CLÁSSICA

CURSO DE INTERPRETAÇÃO DE IMAGENS EM FISIOTERAPIA HOSPITALAR


NOVOS CURSOS:

FISIOTERAPIA NEUROLÓGICA EM UTI

CINESIOTERAPIA NEUROLÓGICA MODERNA 
(Junto com o lançamento do livro)



IMPERDÍVEIS!!!

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

NOVA CARA DO BLOG

Caros colegas.
O blog FISIONEUROINTENSIVISTA está passando por reformulações e em março de 2015 estará de cara nova, novo título e novo endereço. Os temas das postagens terão suas áreas de conhecimento diversificadas. Porém, continuarei postando principalmente sobre os temas: Fisioterapia Neurofuncional e Neuro hospitalar.

Até lá, desejo a todos um feliz natal, um 2015 cheio de realizações e deixo um forte abraço.

sábado, 13 de dezembro de 2014

FELIZ NATAL

Desejo a todos um Natal abençoado e um 2015 repleto de felicidades





Em virtude de algumas dificuldades, suspendi as postagens no blog momentaneamente, mas estarei escrevendo novamente a partir de Maço de 2015.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

EVENTO CIENTÍFICO MULTIPROFISSIONAL SOBRE PARKINSON

Em comemoração ao dia do fisioterapeuta, acontecerá no próximo dia 11/10/2014, no Hospital Universitário Onofre Lopes - HUOL, um sábado científico sobre Parkinson, que congregará diversas áreas do saber em torno deste tema.
Intitulado: De mãos dadas na reabilitação do Parkinson, o evento espera reunir profissionais e alunos das mais diversas profissões para promover troca de informações/experiências sobre a luta pela reabilitação desses pacientes.

AS INSCRIÇÕES ESTÃO ENCERRADAS.


sábado, 30 de agosto de 2014

NOVA AÇÃO DE EXTENSÃO VISA COMBATER OS EFEITOS DELETÉRIOS DO ESTRESSE OCUPACIONAL DOS SERVIDORES DO HUOL

Coordenada pela professora Dra. Tânia Regina (UFRN) e pela fisioterapeuta Ivânia Silveira (HUOL) e contando com a colaboração do Dr. Mário Saraiva e do Dr. Gleidson Medeiros, terá início, em setembro deste ano, uma nova ação de extensão no Hospital Universitário Onofre Lopes, cujo objetivo é combater os efeitos deletérios do estresse ocupacional dos servidores da saúde do referido hospital, melhorando sua qualidade de vida e laboral.

A ação será composta de palestras e atividades terapêuticas realizadas pelos profissionais envolvidos e por alunos do curso de fisioterapia.


CONFIRA O CARTAZ:

segunda-feira, 14 de julho de 2014

A NOVA CAIXA DE PANDORA


Por ordem de Zeus, Hefesto moldou em barro uma adorável moça, Atena lhe ensinou as artes da tecelagem, Afrodite a embelezou, e Hermes lhe deu "uma mente despudorada e uma natureza enganosa". As Cárites e as Horas a adornaram, Zeus lhe deu uma caixa a qual jamais deveria ser aberta e por fim Hermes lhe deu a voz e um nome: Pandora, porque "todos os que habitam o Olimpo lhe deram presentes". Então, Hermes a levou para Epimeteu, que a recebe por esposa, contrariando os conselhos de seu irmão Prometeu.
Estando com seu marido, e movidos por uma irresistível curiosidade, Pandora abriu sua caixa. Então, dons e pragas incontáveis que lá haviam aprisionadas foram libertadas para o mundo: trabalhos, doenças e toda a sorte de sentimentos bons e ruins que passaram a  temperar a vida humana desde então.

Este relato ilustra a explicação dos gregos antigos sobre a origem da consciência humana. Mas, a busca por entender nossa razão, e por corolário, nossa própria existência enquanto seres humanos, como afirma René Descartes “Penso logo existo”, não se ateve a essa simbólica explicação, evoluiu ao longo da história com diversas versões: Os judeus, por exemplo, atribuíam os pensamentos do homem não a um objeto externo (caixa de dons), mas a um órgão do próprio corpo humano (os rins), ou seja, o homem era dono de sua razão, consequentemente, de suas atitudes. Os cristãos antigos transferiram esta função para outro órgão (o coração), afirmando que os pensamentos e sentimentos advinham da mesma fonte. (felizes os puros de coração). Finalmente, na idade moderna, coube definitivamente ao cérebro estas responsabilidades.


A partir daí, descobrir como o cérebro funciona, se organiza, se recupera e se adapta, tornou-se uma incitação perene para a ciência e a esta, associou-se o desafio de reabilitar pessoas, outrora marcadas pelas trágicas doenças neurológicas.
A cinesioterapia passou a ser uma das ferramentas que a reabilitação dispunha para realizar tal feito, e sua evolução vem acompanhando o frenético avançar do pensamento humano sobre este intrigante tema (O Cérebro).
Didaticamente pode-se dividir os estudos da cinesioterapia neurológica em quatro fases, sendo as três primeiras correspondentes à cinesioterapia neurológica clássica e a última, à moderna.

A primeira, foi a fase técnica, quando desenvolveram-se processos terapêuticos isolados para diversas situações patológicas: técnicas de facilitação do movimento, de estimulação da contração, de inibição dos reflexos indesejados e de reeducação das tarefas.

Posteriormente, associaram-se a estes conhecimentos: a neurofisiologia, a neuroplasticidade, as teorias do controle motor, desenvolvimento motor e aprendizagem motora, caracterizando as duas fases seguintes: a segunda fase ou neuromuscular, com o surgimento de métodos baseados nas teorias do controle motor reflexa e hierárquico-reflexa, como por exemplo a Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva; e a terceira fase ou neuroevolutiva, que se baseou nas teorias hierárquicas e maturacionais, destacando-se os métodos Rood, Vojta, Bobath, Doman Delacato, Johnstone, dentre muitos outros. 

No final do século XX e início do atual, houve uma profunda mudança de paradigmas nos estudos em reabilitação neurológica. Novos mecanismos de neuroplasticidade foram descobertos e uma maior importância foi atribuída às funções cognitivas no processo de reabilitação. Surge, então, a quarta fase da cinesioterapia com os métodos de reaprendizagem motora. 

Esta nova era da reabilitação neurológica continua em franca evolução e já se pode (didaticamente) subclassificá-la em: Reaprendizagem motora com métodos de realidade concreta, como por exemplo: os programas de reaprendizagem motora para o hemiplégico de Janet Carr e Roberta Sherpherd  e as terapias de contensão induzida. Reaprendizagem motora com métodos de realidade abstrata (realidade cuja essência é extraída do concreto e criada pelo cognitivo): terapia de neurônio espelho, imagética motora, dentre outras. E mais recentemente, a reaprendizagem motora com métodos de realidade virtual (na qual a abstração vai além do cognoscível para a construção de uma consciência alternativa em um mundo igualmente alternativo ou virtual), por exemplo a game terapia, as neuropróteses, etc.

Os avanços são constantes e cada vez mais promissores para aqueles a quem estes estudos se destinam, contudo, ainda temos muito a descobrir e retirar dessa emblemática caixa de pandora.



DR. GLEIDSON MEDEIROS.

Fisioterapeuta Especialista em Avaliação Cinético-funcional pela UFRN; Atualização em Terapia Intensiva pela ASSOBRAFI; Fisioterapeuta do Centro de Reabilitação Infantil SESAP/RN; Fisioterapeuta do Hospital Universitário Onofre Lopes UFRN; Preceptor da Residência Integrada Multiprofissional em Terapia Intensiva HUOL/UFRN; Autor dos livros: Cinesioterapia Neurológica Clássica Esquematizada e Interpretação Neurofuncional de Exames Radiológicos; Aluno do curso de Direito UFRN.


COMPLEMENTE O ESTUDO DESTE TEXTO COM OS LIVROS ABAIXO:
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quarta-feira, 14 de maio de 2014

EXERCÍCIOS DE FRENKEL: UMA ABORDAGEM HISTÓRICA


Heinrich Sebastian Frenkel (1869-1931) foi um neurologista suíço. Em 1887, avaliando seus pacientes, observou que um deles, com ataxia sensitiva, não conseguia realizar o teste de index-nariz. O paciente perguntou o que significava aquele exame, então foi informado que ele não havia passado no teste.
Alguns meses depois, em um novo exame, o paciente mostrou muita habilidade na coordenação dos movimentos. O Dr. Frenkel ficou impressionado com a evolução, que contradizia o que se pensava sobre o tratamento da ataxia na época. Perguntou, então ao paciente o que havia ocorrido, e este disse que queria passar no teste, e que por isso havia treinado bastante o referido movimento.
A partir de então, o Dr. Frenkel passou a estudar a prática de exercícios na ataxia sensitiva e publicou seus trabalhos e um livro. Nesta obra, ele descreveu que “a visão é um grande aliado no tratamento”, além da atenção, precisão e repetição dos exercícios. Afirmava, pois, que a melhor maneira de realizar os exercícios é fazê-los por três minutos. Em seguida, o paciente deveria fazer algo totalmente diferente e não relacionado com os exercícios em questão (como, por exemplo, ler um livro ou conversar sobre assunto diverso), por um período de aproximadamente quinze minutos. Em seguida, o paciente retornaria aos exercícios por mais três minutos, quando então, ele terá percebido melhora em sua habilidade comparando-se com a prática anterior. Este modelo era defendido por Frenkel pois ele acreditava que o intervalo de 15 minutos era suficiente para a formação de novas pontes neurais (engramas). Orientava que as sessões fossem realizadas diariamente, por pelo menos seis semanas.
Frenkel observou ainda que os pacientes deveriam estar livres de opiáceos e de álcool para alcançar o foco de atenção necessária.
O fato de Frenkel ser judeu fez com que muito de sua obra tivesse sido suprimida pelo regime nazistae perdida, restando somente alguns artigos esparsos na literatura.
Atualmente o método de Frenkel é recomendado para tratar qualquer tipo de ataxia, tendo como objetivo inicial estabelecer o controle voluntário do movimento por meio do uso de qualquer parte do mecanismo sensorial que tenha permanecido intacto, paralelamente a visão, audição e tato, para compensar a perda da sensação cinestésica e com o objetivo final de estabelecer o controle do movimento, de tal modo que o paciente seja capaz e confie em sua habilidade de praticar atividades essenciais para independência na vida diária.

APROFUNDE SEUS CONHECIMENTOS SOBRE ESTE E OUTROS MÉTODOS CLÁSSICOS DE CINESIOTERAPIA NEUROLÓGICA COM O LIVRO:

“CINESIOTERAPIA NEUROLÓGICA CLÁSSICA ESQUEMATIZADA.”

 

domingo, 20 de abril de 2014

LANÇAMENTO DO LIVRO: INTERPRETAÇÃO NEUROFUNCIONAL DE EXAMES RADIOLÓGICOS

O lançamento do livro: Interpretação Neurofuncional de Exames Radiológicos, aconteceu no dia 05 de abril.

Foi uma manhã chuvosa, mas mesmo assim, compareceram 20 pessoas, que prestigiaram a publicação do Dr. Gleidson Medeiros, participando do evento.

O evento constou de um mini curso: Entendendo os exames radiológicos sob a ótica neurofuncional. Com aulas do Dr. Gleidson Medeiros (Autor) e da Dra. Aline Braga (Prefaciadora).


O evento também teve um lado social, com a doação de pacotões de fraldas geriátricas pelos participantes. Foram arrecadados 20 pacotões de fralda geriátricas que foram doadas aos pacientes internos no HUOL.


Deixo aqui registrado o meu agradecimento a todos que participaram deste evento. (GLEIDSON MEDEIROS)


PARTICIPE TAMBÉM DO CURSO: CINESIOTERAPIA NEUROLÓGICA


AS INSCRIÇÕES TAMBÉM PODEM SER FEITAS NO LINK ABAIXO, PELO PAGSEGURO: NO BOLETO BANCÁRIO OU PARCELADAS  EM TODOS OS CARTÕES DE CRÉDITO.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

NOVO CURSO DE CINESIOTERAPIA NEUROLÓGICA

- TEÓRICO/PRÁTICO
- TURMA COM MÁXIMO DE 30 ALUNOS
- TEMAS ABORDADOS: (INTRODUÇÃO A CINESIOTERAPIA NEUROLÓGICA; BASES TEÓRICAS DOS MÉTODOS CLÁSSICOS; EXERCÍCIOS DE FRENKEL; MÉTODO KABAT; MÉTODO ROOD; MÉTODO BOBATH)
- MATERIAL INCLUSO (LIVRO: CINESIOTERAPIA NEUROLÓGICA CLÁSSICA ESQUEMATIZADA)



INSCRIÇÃO NO LINK ABAIXO PELO PAGSEGURO:

sábado, 1 de março de 2014

CRITÉRIOS DE ESCOLHA DA CINESIOTERAPIA PARA O TRATAMENTO DE PACIENTES NEUROLÓGICOS.

A seleção do método mais adequado de cinesioterapia para o tratamento de pacientes neurológicos, é um tema de relevância ímpar para a fisioterapia contemporânea. Esta discussão guarda seu valor pelo fato de que uma boa escolha terapêutica pode fazer a diferença na reabilitação de alguém vítima de alguma doença, sobretudo neurológica.
Escolher o tipo adequado da cinesioterapia neurofuncional não consiste apenas em eleger as técnicas corretas ou o método “mais moderno” de tratamento, e sim, em saber o momento certo de aplicar cada técnica, de modificar os paradigmas da terapia e, finalmente, ser capaz de projetar a alta do tratamento. Este último critério exige que o fisioterapeuta tenha, de maneira muito sólida em seus conhecimentos, os critérios neurofisiológicos, clínicos e funcionais os quais a doença tratada exige, bem como, o bom senso profissional.
São inúmeros os modelos adotados pela fisioterapia para se eleger o tratamento adequado: o empirismo, o ecletismo, a cronologia da doença, a fisiopatologia, o critério clínico, a neuroplasticidade, dentre outros.
O primeiro deles é o empirismo, que consiste em escolher a terapia por meio da intuição. Esta forma de eleição fora utilizada nos primórdios da fisioterapia, quando a profissão ainda não guardava os rigores científicos que hoje se exige. A sorte e a experiência de repetidas tentativas com erros e acertos, norteavam aqueles profissionais. Curioso é que hoje, ainda se encontra fisioterapeutas que, por diversos motivos não científicos, adotam este critério para suas escolhas terapêuticas: “Para o paciente pequeno, eu uso tal método, para o pesado eu uso outro, etc... tudo vai depender do momento, pois cada paciente é diferente...”

O ecletismo é outra escola que muito influenciou e, espantosamente, influencia a fisioterapia ainda hoje. O modelo consiste em pegar um pouco de cada ideia e fazer uma miscelânea, que satisfaça o máximo de situações possíveis. O problema é que muitas vezes, a falta de destreza ou mesmo de conhecimento técnico a respeito dos métodos terapêuticos, são as razões ocultas da escolha generalista. Infelizmente, muitos fisioterapeutas não conhecem ou dominam os métodos individualmente (Kabat, Bobath, Rood, Reaprendizagem Motora, Frenkel, dentre outros) e preferem fazer uma mistura de intervenções, que pode não apresentar o resultado mais adequado à recuperação do paciente, justamente por não conter os requisitos terapêuticos específicos a cada caso.
Os critérios cronológicos, surgidos por volta dos anos 50, consistem em propor objetivos e condutas específicos para cada momento da doença: na fase aguda, por exemplo, utiliza-se de técnicas para reabilitação dos sistemas básicos, funções cognitivas e prevenção de complicações; na fase sub-aguda, busca-se dar uma ênfase aos exercícios terapêuticos e ao treino funcional; e finalmente, na fase crônica, à reabilitação das habilidades de independência, à alta provisória com as revisões periódicas e à alta definitiva. Este é um critério excelente, pois possibilita ao profissional fazer uma projeção de seu tratamento. Contudo, não é suficiente, pois suas propostas terapêuticas são muito genéricas e o modelo carece de fundamentação teórica complementada por outros parâmetros.
Os critérios clínico e fisiopatológicos envolvem a relação entre a anátomofisiologia da doença e as teorias de controle motor. Dentre as teorias destacam-se basicamente as: neuromusculares, neuroevolutivas e, mais recentemente, neurocognitivas. A grande questão destes critérios é que alguns profissionais se especializam tanto em certas teorias, que tratam qualquer paciente com aquela de seu domínio, desprezando as demais, e muitas vezes, a escolha não é a mais adequada para uma determinada situação. Outro problema que surge é o embate entre os modelos, que por sua própria natureza, deveriam ser congruentes, no entanto, as propostas podem se contradizer, subtraindo a credibilidade da escolha. O que pode acontecer de mais grave é o fato de alguns fisioterapeutas terem o domínio técnico dos exercícios e não das teorias que lhes dão suporte. Dessa forma, não são capazes de correlacionarem as teorias do controle motor ou os aspectos clínicos e neurofisiológicos, aos métodos cinesioterapeuticos mais adequados, caindo novamente no subjetivo empirismo ou no genérico ecletismo, retornando, consequentemente, à idade da pedra da fisioterapia neurofuncional.

Por fim, a neuroplasticidade surge como um pacificador dos conflitos há pouco retratado, pois oferece uma base sólida para a escolha criteriosa dos métodos cinesioterapeuticos. Porém, por se tratar de um estudo muito recente com uma constante ebulição de descobertas, deve se ter certas reservas à adoção deste modelo como único critério para escolha cinesioterapeutica. Entretanto, o futuro está com o horizonte aberto para este paradigma que a cada dia ganha mais espaço na CIÊNCIA FISIOTERAPIA.


GLEIDSON FRANCIEL RIBEIRO DE MEDEIROS: Fisioterapeuta especialista em avaliação cinético funcional, fisioterapeuta do Hospital Universitário Onofre Lopes – HUOL/UFRN, Fisioterapeuta do Centro de Reabilitação Adulto – CRA, Preceptor da Residência Multiprofissional em Saúde do HUOL/UFRN, autor dos livros: GUIA ILUSTRADO DE CINESIOTERAPIA NEUROLÓGICA BÁSICA, CINESIOTERAPIA NEUROLÓGICA CLÁSSICA ESQUEMATIZADA, Aluno do curso de Direito da UFRN.



COMPLEMENTE O ESTUDO DESTE TEXTO COM O LIVRO:


http://gmedictor.loja2.com.br/3320590-CINESIOTERAPIA-NEUROLOGICA-CLASSICA-ESQUEMATIZADA
Compre parcelado pelo PAGSEGURO

NÃO PERCA!!!

MINI CURSO: ENTENDENDO EXAMES RADIOLÓGICOS SOB A ÓTICA NEUROFUNCIONAL
+
LANÇAMENTO DO LIVRO: INTERPRETAÇÃO NEUROFUNCIONAL DE EXAMES RADIOLÓGICOS
+
AÇÃO SOCIAL EM ABRIGO DE IDOSOS



DIAS: 05/04/14 e 12/04/2014

LOCAIS: - HUOL - Auditório Mariano Coelho (Curso e Lançamento do Livro);
                  - Abrigo Juvino Barreto (Ação Social);

FAÇA AQUI SUA INSCRIÇÃO PELO SIGAA/UFRN



terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Curso de Especialização em Neuroreabilitação da UFRN


CARGA HORÁRIA: 360 h
PERÍODO DO CURSO: 06/02/2014 – 31/03/2015
NÚMERO DE VAGAS: 55 (sendo 5 para servidores públicos)


PERÍODO DE INSCRIÇÃO: 30/12/2013 – 31/01/2014
LOCAL: www.sigaa.ufrn.br (Lato Sensu – Processos seletivos)
FORMA DE SELEÇÃO: Ficha de Entrevista e Curriculum Vitae
DIVULGAÇÃO DO RESULTADO DA SELEÇÃO: 04/02/2014
VALOR DA INSCRIÇÃO: R$ 50,00
MENSALIDADE: 14 x R$ 350,00 – A partir de 15/02/14
OBS.: O pagamento da inscrição e da mensalidade é feito através de GRU
emitida pela secretaria do curso.
DOCUMENTOS PARA INSCRIÇÃO:
-  Formulário preenchido no sigaa (www.sigaa.ufrn.br).
- Diploma da graduação reconhecido pelo MEC.
- Hstórico escolar da graduação.
- Identidade.
-  CPF
- Curriculum vitae
- Ficha de entrevista disponível no site.
OBS: somente serão aceitas inscrições feitas pelo site.
HORÁRIO: As aulas serão realizadas nas quintas e sextas (18:00 as 22:00h)
e sábados (8:00- 12:00h e 14:00 às 18:00h), de quinze em quinze dias.

1- METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA
Profº Dr. Ricardo Oliveira Guerra - UFRN
Profº Dr. Álvaro Campos Cavalcanti Maciel - UFRN
2- NEUROCIÊNCIAS
Profª Dra. Maria Bernardete Cordeiro de Souza – UFRN
3- NEUROPLASTICIDADE E PLASTICIDADE MUSCULAR
Profº Dr. Jamilson Simões Brasileiro – UFRN
Profª Ana Amália Torres Souza Gandour Dantas - FMN
4- APRENDIZAGEM MOTORA
Profº Dr. Go Tani - USP
5- FUNDAMENTAÇÃO DOS MÉTODOS E TÉCNICAS DE NEUROREABILITAÇÃO
Profª Dra. Tania Fernandes Campos – UFRN
6- AVALIAÇÃO EM NEUROREABILITAÇÃO
Profª Dra. Fabrícia Azêvedo da Costa – UFRN
7- INTRUMENTAÇÃO EM NEUROREABILITAÇÃO
Profª Dra. Tania Fernandes Campos – UFRN
Profº Dr. Jamilson Simões Brasileiro – UFRN
8-ATUALIDADES EM NEUROREABILITAÇÃO
Profª Dra. Camila Torriani-Pasin - USP
9- NEUROPSICOLOGIA
Profº Dr. João Carlos Alchieri - UFRN
10- NEUROFARMACOLOGIA
Profª Dra. Gerlane Coelho Bernardo Guerra - UFRN
11- NEUROGERIATRIA
Profº Dr. Ricardo Oliveira Guerra - UFRN
Profº Dr. Álvaro Campos Cavalcanti Maciel - UFRN
12- INCLUSÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA
Profº Dr. Francisco Ricardo Lins Vieira de Melo -UFRN
Profª.DrªFabrícia Azevêdo da Costa Cavalcanti
Universidade Federal do Rio Grande do Norte-UFRN
Depto de Fisioterapia: (84) 3342-2001/3342-2021.
Email: fabriciacosta@ufrnet.br