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segunda-feira, 8 de junho de 2015

LIVRO DE CINESIOTERAPIA POR PREÇO DE CAPA

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CINESIOTERAPIA NEUROLÓGICA CLÁSSICA ESQUEMATIZADA


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sábado, 30 de agosto de 2014

NOVA AÇÃO DE EXTENSÃO VISA COMBATER OS EFEITOS DELETÉRIOS DO ESTRESSE OCUPACIONAL DOS SERVIDORES DO HUOL

Coordenada pela professora Dra. Tânia Regina (UFRN) e pela fisioterapeuta Ivânia Silveira (HUOL) e contando com a colaboração do Dr. Mário Saraiva e do Dr. Gleidson Medeiros, terá início, em setembro deste ano, uma nova ação de extensão no Hospital Universitário Onofre Lopes, cujo objetivo é combater os efeitos deletérios do estresse ocupacional dos servidores da saúde do referido hospital, melhorando sua qualidade de vida e laboral.

A ação será composta de palestras e atividades terapêuticas realizadas pelos profissionais envolvidos e por alunos do curso de fisioterapia.


CONFIRA O CARTAZ:

quarta-feira, 14 de maio de 2014

EXERCÍCIOS DE FRENKEL: UMA ABORDAGEM HISTÓRICA


Heinrich Sebastian Frenkel (1869-1931) foi um neurologista suíço. Em 1887, avaliando seus pacientes, observou que um deles, com ataxia sensitiva, não conseguia realizar o teste de index-nariz. O paciente perguntou o que significava aquele exame, então foi informado que ele não havia passado no teste.
Alguns meses depois, em um novo exame, o paciente mostrou muita habilidade na coordenação dos movimentos. O Dr. Frenkel ficou impressionado com a evolução, que contradizia o que se pensava sobre o tratamento da ataxia na época. Perguntou, então ao paciente o que havia ocorrido, e este disse que queria passar no teste, e que por isso havia treinado bastante o referido movimento.
A partir de então, o Dr. Frenkel passou a estudar a prática de exercícios na ataxia sensitiva e publicou seus trabalhos e um livro. Nesta obra, ele descreveu que “a visão é um grande aliado no tratamento”, além da atenção, precisão e repetição dos exercícios. Afirmava, pois, que a melhor maneira de realizar os exercícios é fazê-los por três minutos. Em seguida, o paciente deveria fazer algo totalmente diferente e não relacionado com os exercícios em questão (como, por exemplo, ler um livro ou conversar sobre assunto diverso), por um período de aproximadamente quinze minutos. Em seguida, o paciente retornaria aos exercícios por mais três minutos, quando então, ele terá percebido melhora em sua habilidade comparando-se com a prática anterior. Este modelo era defendido por Frenkel pois ele acreditava que o intervalo de 15 minutos era suficiente para a formação de novas pontes neurais (engramas). Orientava que as sessões fossem realizadas diariamente, por pelo menos seis semanas.
Frenkel observou ainda que os pacientes deveriam estar livres de opiáceos e de álcool para alcançar o foco de atenção necessária.
O fato de Frenkel ser judeu fez com que muito de sua obra tivesse sido suprimida pelo regime nazistae perdida, restando somente alguns artigos esparsos na literatura.
Atualmente o método de Frenkel é recomendado para tratar qualquer tipo de ataxia, tendo como objetivo inicial estabelecer o controle voluntário do movimento por meio do uso de qualquer parte do mecanismo sensorial que tenha permanecido intacto, paralelamente a visão, audição e tato, para compensar a perda da sensação cinestésica e com o objetivo final de estabelecer o controle do movimento, de tal modo que o paciente seja capaz e confie em sua habilidade de praticar atividades essenciais para independência na vida diária.

APROFUNDE SEUS CONHECIMENTOS SOBRE ESTE E OUTROS MÉTODOS CLÁSSICOS DE CINESIOTERAPIA NEUROLÓGICA COM O LIVRO:

“CINESIOTERAPIA NEUROLÓGICA CLÁSSICA ESQUEMATIZADA.”

 

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Curso de Especialização em Neuroreabilitação da UFRN


CARGA HORÁRIA: 360 h
PERÍODO DO CURSO: 06/02/2014 – 31/03/2015
NÚMERO DE VAGAS: 55 (sendo 5 para servidores públicos)


PERÍODO DE INSCRIÇÃO: 30/12/2013 – 31/01/2014
LOCAL: www.sigaa.ufrn.br (Lato Sensu – Processos seletivos)
FORMA DE SELEÇÃO: Ficha de Entrevista e Curriculum Vitae
DIVULGAÇÃO DO RESULTADO DA SELEÇÃO: 04/02/2014
VALOR DA INSCRIÇÃO: R$ 50,00
MENSALIDADE: 14 x R$ 350,00 – A partir de 15/02/14
OBS.: O pagamento da inscrição e da mensalidade é feito através de GRU
emitida pela secretaria do curso.
DOCUMENTOS PARA INSCRIÇÃO:
-  Formulário preenchido no sigaa (www.sigaa.ufrn.br).
- Diploma da graduação reconhecido pelo MEC.
- Hstórico escolar da graduação.
- Identidade.
-  CPF
- Curriculum vitae
- Ficha de entrevista disponível no site.
OBS: somente serão aceitas inscrições feitas pelo site.
HORÁRIO: As aulas serão realizadas nas quintas e sextas (18:00 as 22:00h)
e sábados (8:00- 12:00h e 14:00 às 18:00h), de quinze em quinze dias.

1- METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA
Profº Dr. Ricardo Oliveira Guerra - UFRN
Profº Dr. Álvaro Campos Cavalcanti Maciel - UFRN
2- NEUROCIÊNCIAS
Profª Dra. Maria Bernardete Cordeiro de Souza – UFRN
3- NEUROPLASTICIDADE E PLASTICIDADE MUSCULAR
Profº Dr. Jamilson Simões Brasileiro – UFRN
Profª Ana Amália Torres Souza Gandour Dantas - FMN
4- APRENDIZAGEM MOTORA
Profº Dr. Go Tani - USP
5- FUNDAMENTAÇÃO DOS MÉTODOS E TÉCNICAS DE NEUROREABILITAÇÃO
Profª Dra. Tania Fernandes Campos – UFRN
6- AVALIAÇÃO EM NEUROREABILITAÇÃO
Profª Dra. Fabrícia Azêvedo da Costa – UFRN
7- INTRUMENTAÇÃO EM NEUROREABILITAÇÃO
Profª Dra. Tania Fernandes Campos – UFRN
Profº Dr. Jamilson Simões Brasileiro – UFRN
8-ATUALIDADES EM NEUROREABILITAÇÃO
Profª Dra. Camila Torriani-Pasin - USP
9- NEUROPSICOLOGIA
Profº Dr. João Carlos Alchieri - UFRN
10- NEUROFARMACOLOGIA
Profª Dra. Gerlane Coelho Bernardo Guerra - UFRN
11- NEUROGERIATRIA
Profº Dr. Ricardo Oliveira Guerra - UFRN
Profº Dr. Álvaro Campos Cavalcanti Maciel - UFRN
12- INCLUSÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA
Profº Dr. Francisco Ricardo Lins Vieira de Melo -UFRN
Profª.DrªFabrícia Azevêdo da Costa Cavalcanti
Universidade Federal do Rio Grande do Norte-UFRN
Depto de Fisioterapia: (84) 3342-2001/3342-2021.
Email: fabriciacosta@ufrnet.br





sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA PARA FISIOTERAPEUTAS

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA PARA FISIOTERAPEUTAS

É um aplicativo para celular que traz descrições sucintas das características radiológicas vistas nos exames de tomografia computadorizada das principais doenças neurológicas e sua relação com a fisioterapia neurofuncional. 
- Rico em ilustrações, é um aplicativo perfeito para fisioterapeutas e alunos de fisioterapia que precisam de informações rápidas e didáticas acerca da interpretação neurofuncional de exames radiológicos.


- Roda em iPhone, Androide e outros celulares com Java





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Promoção de divulgação do lançamento do livro: 
INTERPRETAÇÃO NEUROFUNCIONAL DE EXAMES RADIOLÓGICOS.

Para instalar este aplicativo em seu iPhone, Androide ou outro celular, digite o endereço abaixo no navegador do seu celular ou fotografe o QR Code com o leitor de código de barras do seu celular.

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domingo, 3 de março de 2013

SÍNDROME DA POLINEUROPATIA DO PACIENTE CRÍTICO - SPPC

Critical Illness Polyneuropathy Syndrome - SPPC

     Os estudos voltados à perda de força muscular e redução dos reflexos motores (superficiais e profundos), tiveram início nos anos 80 do século passado. Os testes clínicos e complementares apontavam para disfunções de origem axonal, agudas de predomínio motor e de prognóstico reservado. Atribuiu-se, pois, a este grupo de sinais, o nome: Síndrome da Polineuropatia do Paciente Crítico (SPPC).
O tempo prolongado de permanência na UTI constitui o principal fato causador do declínio funcional dos pacientes com a SPPC. Dentre os fatores relacionados a este declínio estão: a imobilização prolongada no leito e o uso prolongado de sedativos e bloqueadores musculares.
 Durante a imobilização prolongada, as fibras musculares, sobretudo as do tipo 2, sofrem importante atrofia, por tornarem-se inativas. Este evento por tempo prolongado pode causar inclusive áreas de necrose muscular.
A sedação prolongada diminui as respostas dos testes neurológicos e pode aumentar o tempo de ventilação. E o uso de bloqueios musculares (curarização), torna os músculos cada vez mais vulneráveis aos efeitos de outras medicações (sobretudo corticosteróides).
Os termos polineuropatia e miopatia são habitualmente utilizados com sinonímia, porém, algumas diferençasclínicas e diagnósticas podem constituir um requisito para sua classificação independente:
Miopatia é a designação genérica das afecções e doenças musculares em que as fibras musculares não funcionam em muitas vezes, o que resulta em fraqueza muscular; Cãibras musculares; rigidez; espasmo; tetania e o "manobrismo do levantar". Seu diagnóstico é baseado na clínica; dosagem de enzimas musculares e exame do DNA. Quando o exame do DNA não detecta as deleções dos genes realiza-se então a biopsia de músculo com estudo da distrofina por meio de métodos imunoistoquímicos.
São inúmeros os tipos de miopatias, representados por diversos CIDs10: (M33.0) Miopatias Inflamatórias Adquiridas(Polimiosite, Dermatomiosite e Miosite por corpúsculos de inclusão); (G71.0) Distrofia muscular (Distrofia muscular benigna – Becker; Distrofia muscular escápulo-peronial benigna com contraturas precoces - Emery-Dreifuss; Distrofia muscular distal; Distrofia facio-escápulo-umeral; Distrofia muscular cinturas escapular e pélvica; Distrofia muscular ocular; Distrofia muscular óculo-faríngea; Distrofia muscular escápulo-peronial; e Distrofia muscular grave - Duchenne); (G71.1) Transtornos miotônicos (Distrofia miotônica – Steinert; Miotonia condrodistrófica induzida por drogas; Miotonia sintomática; Miotonia congênita SOE; Miotonia congênita dominante – thomsen; Miotonia congênita recessiva – Becker; Neuromiotonia – Isaacs; Paramiotonia congênita; Pseudomiotonia; Síndrome de Schwartz-Jampel); (G71.2) Miopatias congênitas(Doença da parte central; Distrofia muscular congênita SOE; Miopatia miotubular – centronuclear; Desproporção dos tipos de fibras; Doença do tipo “minicore”; Doença do tipo “multicore”; Distrofia muscular congênita com anormalidades morfológicas específicas das fibras musculares; Miopatia nemalínica); (G71.3) Miopatia mitocondrial não classificada em outra parte; (G72) Outras miopatias; (G72.0) Miopatia induzida por drogas; (G72.1) Miopatia alcoólica; (G72.2) Miopatia devida a outros agentes tóxicos; (G73.4) Miopatia em doenças infecciosas e parasitárias classificadas em outra parte; (G73.5) Miopatia em doenças endócrinas; (G73.6) Miopatia em doenças metabólicas; (G73.7) Miopatia em outras doenças classificadas em outra parte.
As polineuropatias, por corolário, são distúrbios neurológicos que ocorrem quando simultaneamente muitos nervos periféricos por todo o corpo começam a não funcionar corretamente. Podem ser agudas ou crônicas. Motoras, sensoriais, autonômicas ou mistas. Sua apresentação é geralmente simétrica e freqüentemente envolvem as extremidades distais. E seu diagnóstico é fechado basicamente pela eletromiografia.
Podem ser classificadas em metabólicas alcoólicas, por uso de medicamentos, infecciosas, auto-imunes, etc. Representadas pelo CID-10 (G61)
É importante que o fisioterapeuta avalie diariamente a força e/ou a qualidade muscular de seus pacientes, a fim de identificar precocemente possíveis instalações da SPPC e dessa forma, poder tomar as medidas profiláticas necessárias.
Algumas estratégias podem ser elencadas para a prevenção da SPPC, dentre as quais destacamos: instituição de protocolos de descontinuidade de sedação; e a mudança cultural das equipes de fisioterapia intensiva, que limitam suas condutas aos procedimentos respiratórios, para um novo tipo de abordagem, incluindo as intervenções funcionais, de mobilidade, alinhamento articular, posicionamentos adequados, etc.
CONFIRA O NOVO CURSO DE CINESIOTERAPIA NEUROLÓGICA CLÁSSICA E O LANÇAMENTO DO LIVRO. ACESSE  http://www.gmedictor.blogspot.com.br/

GLEIDSON FRANCIEL RIBEIRO DE MEDEIROS: Fisioterapeuta especialista em avaliação cinético funcional, fisioterapeuta do Hospital Universitário Onofre Lopes – HUOL/UFRN, Fisioterapeuta do Centro de Reabilitação Adulto – CRA, Preceptor da Residência Multiprofissional em Saúde do HUOL/UFRN, autor do livro: GUIA ILUSTRADO DE CINESIOTERAPIA NEUROLÓGICA BÁSICA, Aluno do curso de Direito da UFRN.